10 Curiosidades sobre o clit0ris que a maioria das pessoas não sabe
- lauragaramboneblog
- 7 de jun. de 2024
- 2 min de leitura
Vocês sabiam que o primeiro relato do órgão s&xual feminino citado em um livro foi apenas no século 16?
E que a primeira tomografia de um clit0ris ereto aconteceu somente em 1998?
Desde das eras mais antigas, as pinturas e esculturas humanas ignoravam que a mulher tinha um órgão s&xual externo. Afinal, não éramos vistas para sentir prazer. Então por milênios, ele - nosso todo poderoso clit0ris - sequer constava.
Agora sabemos um pouquinho mais sobre ele, e hoje vou dividir aqui algumas dessas curiosidades bem interessantes com vocês.
É o único órgão do corpo humano que tem como única função o prazer.
Varia de uma mulher para outra.
Foi mapeado apenas em 2009.
Possui em torno de 8 mil terminações nervosas, 5 mil a mais do que o pênis.
Pode chegar até 12 centímetros de comprimento - o que vemos a olho nu é apenas a parte externa do órgão.
Assim como o pênis, fica ereto e inchado durante a excitação devido ao dilatamento dos vasos sanguíneos.
Cresce, mas nunca envelhece. Depois do amadurecimento, permanece intacto durante toda a vida: com o mesmo formato, a mesma consistência, e a mesma sensibilidade, podendo proporcionar prazer independente se a mulher tem 18 ou 70 anos.
Sua estimulação é uma das formas mais fáceis de se atingir o orgasmo feminino.
Quando chega o orgasmo clitoriano a mulher pode ter cerca de 32 contrações em meio minuto.
Estudos indicam que o clitóris se exercita durante o exercício físico. Caminhadas diárias de 20 minutos podem potencializar o orgasmo por estimulação do clitóris, em até 168%.
Fontes:
BASKIN, L. S. et al. Anatomical studies of the human clitoris. The journal of urology, v. 162, n. 3 Pt 2, p. 1015–1020, 1999.
STRINGER, M. D.; BECKER, I. Colombo and the clitoris. European journal of obstetrics, gynecology, and reproductive biology, v. 151, n. 2, p. 130–133, 2010.
WASKUL, D. D.; VANNINI, P.; WIESEN, D. Women and their clitoris: Personal discovery, signification, and use. Symbolic interaction, v. 30, n. 2, p. 151–174, 2007.







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