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10 Curiosidades sobre o clit0ris que a maioria das pessoas não sabe


Vocês sabiam que o primeiro relato do órgão s&xual feminino citado em um livro foi apenas no século 16?

E que a primeira tomografia de um clit0ris ereto aconteceu somente em 1998?

Desde das eras mais antigas, as pinturas e esculturas humanas ignoravam que a mulher tinha um órgão s&xual externo. Afinal, não éramos vistas para sentir prazer. Então por milênios, ele - nosso todo poderoso clit0ris - sequer constava.

Agora sabemos um pouquinho mais sobre ele, e hoje vou dividir aqui algumas dessas curiosidades bem interessantes com vocês.


  1. É o único órgão do corpo humano que tem como única função o prazer.

  2. Varia de uma mulher para outra.

  3. Foi mapeado apenas em 2009.

  4. Possui em torno de 8 mil terminações nervosas, 5 mil a mais do que o pênis.

  5. Pode chegar até 12 centímetros de comprimento - o que vemos a olho nu é apenas a parte externa do órgão.

  6. Assim como o pênis, fica ereto e inchado durante a excitação devido ao dilatamento dos vasos sanguíneos.

  7. Cresce, mas nunca envelhece. Depois do amadurecimento, permanece intacto durante toda a vida: com o mesmo formato, a mesma consistência, e a mesma sensibilidade, podendo proporcionar prazer independente se a mulher tem 18 ou 70 anos.

  8. Sua estimulação é uma das formas mais fáceis de se atingir o orgasmo feminino.

  9. Quando chega o orgasmo clitoriano a mulher pode ter cerca de 32 contrações em meio minuto.

  10. Estudos indicam que o clitóris se exercita durante o exercício físico. Caminhadas diárias de 20 minutos podem potencializar o orgasmo por estimulação do clitóris, em até 168%.


Fontes:

  • BASKIN, L. S. et al. Anatomical studies of the human clitoris. The journal of urology, v. 162, n. 3 Pt 2, p. 1015–1020, 1999.

  • STRINGER, M. D.; BECKER, I. Colombo and the clitoris. European journal of obstetrics, gynecology, and reproductive biology, v. 151, n. 2, p. 130–133, 2010.

  • WASKUL, D. D.; VANNINI, P.; WIESEN, D. Women and their clitoris: Personal discovery, signification, and use. Symbolic interaction, v. 30, n. 2, p. 151–174, 2007.


 
 
 

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